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  • Opinião
  • Venha de lá o meteorito!
  • Tiago Afonso
    11 de Novembro de 2022
  • [Arquivo]
    [Arquivo]

    Venha de lá o meteorito!

    Resido numa freguesia onde não existe centro de saúde, correios, bomba de combustível, farmácia, multibanco, escola de 2⁰ e 3⁰ ciclo, lar de idosos, os transportes públicos são escassos, mas tem agora dois estacionamentos para veículos elétricos, literalmente roubados duma zona de parqueamento de uns prédios.

    De uma freguesia maioritariamente idosa e onde as necessidades do dia-a-dia ficam a mais de 3km de distância, deparamo-nos com esta oferenda dos deuses dos fundos europeus. Sei bem que o propósito foi repartir de igual forma este aparelho pelas 32 freguesias, mas questiono que tipo de olhar existe sobre esta freguesia e outras tantas com situações idênticas por todo o País? Deixados à sua sorte, com uma rua alcatroada de quatro em quatro anos, assistimos à colocação de um aparelho que estou certo de que não terá qualquer utilização num futuro próximo e apenas veio limitar os lugares possíveis de estacionamento.

    Vivemos num mundo a diferentes velocidades. Onde distribuímos as oferendas externas de igual forma, mas onde nos esquecemos de investir de forma particular e centrada nas reais necessidades de cada freguesia e da sua população.

    Esta onda verde mais parece uma moda do Tiktok onde só nos falta usar uma faixa ao peito para mostrar que nos importamos com o futuro do Mundo e dos nossos netos. A verdade é que as políticas verdes são apenas uma cobertura gourmet de um bolo que está cru. Tentamos aplicar medidas superficiais porque sabemos que as mudanças necessárias são demasiado profundas, estruturais e de rutura com as nossas comodidades.

    Temos as nossas matas cheias de pneus, eletrodomésticos e desperdícios da construção civil porque não temos leis severas para os prevaricadores. Temos os nossos rios poluídos com descargas poluentes sistemáticas de várias empresas porque compensa mais pagar as insignificantes multas do que fazer as alterações necessárias às suas fábricas para minimizar a pegada ecológica. Temos passadiços construídos com árvores abatidas para poder contemplar a natureza, mas temos as nossas escolas e cidades cobertas de alcatrão com as árvores isoladas por grades.

    Temos leis, mas procuramos sempre as suas lacunas. Temos direitos, mas raramente os ajustamos aos nossos deveres. Temos real noção do caos mundial e da escassez de recursos, mas não abdicamos das nossas mordomias. A nossa comodidade e estilo de vida são prementes na escolha entre nós ou o futuro. Não hesitamos e escolhemos o nosso umbigo.

    Venha de lá o meteorito que esta espécie já deu o que tinha a dar!

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